A revista ‘The Philosophers’ Magazine’ recentemente incluiu um artigo em que se aborda este tema, onde é citado o editor a dizer que
“Given that the world probably does not even need most of my more carefully worked out musings, it certainly doesn’t need my off-the-cuff ramblings. So, no, sorry. Blogging would waste my time and yours. Go read something I or someone else has put some prolonged thought into.”
É o tipo de ideias que até à pouco eu partilhava inteiramente, e motivo pelo qual raramente lia blogs ou levava a sério a ideia de escrever um. Parece-me que a maior parte do que se publica não merece o nosso tempo de leitura. As minhas ideias mudaram ao ler o seguinte no Blog de Brandon Watson, Siris
“I consider blogging to be a very informal type of publishing - like putting up thoughts on your door, with a note asking for comments, or like brainstorming sessions. Nothing in this weblog is done rigorously: it's a place for jottings and first impressions. Because I consider posts here to be 'literary seedings' rather than finished products, nothing here should be taken as if it were anything more than an attempt to rough out some basic thoughts on various issues. Learning to look at any topic philosophically requires, I think, jumping right in, even knowing that you might be making a fool of yourself; so that's what I do. My primary interest in most topics is the flow and structure of reasoning they involve rather than their actual conclusions, so most of my posts are about that. If, however, you find me making a clear factual error, let me know; blogging is a great way to get rid of misconceptions.”
Chamou-me a atenção especialmente a noção de que os posts são “literary seedings”. Foi esta ideia que me decidiu a avançar com o blog.
O que se vai encontrar aqui são pequenas notas de reflexão sobre os temas filosóficos que me ocupam no momento, com vista a compreende-los melhor. Muitas das ideias expressas serão meras tentativas, um momento de brainstorming. Mas a ideia é expressá-las claramente, sucintamente e sem tecnicismos. Mas mesmo que a maioria não dê em nada, talvez algumas floresçam. Não há outra maneira de fazer filosofia.
Claro que poderia escrever para uma pasta qualquer escondida num cantinho do computador; Mas não se pode negar o apelo e a utilidade (caso o leitor comente os posts ou me escreva por email) de ser lido.
sexta-feira, 23 de março de 2007
Porquê escrever um blog?
Publicada por
Miguel Amen
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13:59
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sábado, 24 de fevereiro de 2007
Blog dedicado aos meus interesses filosóficos: Tópicos na filosofia da mente, filosofia da psicologia, metafísica e filosofia da ciência.
Publicada por
Miguel Amen
à(s)
05:39
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